Ministros do Supremo Tribunal Federal defenderam ajustes na tese que limita os penduricalhos no Judiciário, buscando ampliar pagamentos em certos casos. Os ministros votaram por liberar valores referentes a férias, licenças-prêmio e plantões judiciais adquiridos antes da decisão da Corte máxima.
Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes defenderam a alteração da tese que restringe os penduricalhos no Judiciário. A proposta visa ampliar os pagamentos em situações específicas, conforme votação dos membros da Corte.
Entre os pontos defendidos, os ministros votaram pela liberação de valores em dinheiro para magistrados e procuradores. Tais valores correspondem a períodos de férias, licenças-prêmio e plantões judiciais adquiridos antes da decisão do Supremo Tribunal Federal.
Além disso, os ministros admitiram que magistrados mais antigos poderão receber parcelas pagas sob as mesmas regras propostas.


