A defesa de uma influenciadora digital presa preventivamente na última quinta-feira (21) acionou o Superior Tribunal de Justiça (STJ) para derrubar a prisão. Ela foi detida em operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo que investiga esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Os advogados argumentam que não há requisitos para a prisão preventiva, como risco à ordem pública ou às investigações. Afirmam que a decisão se baseou em argumentos genéricos, sem individualizar a conduta. Sugerem medidas alternativas: retenção de passaporte, proibição de ausentar-se da comarca e substituição por prisão domiciliar, já que a influenciadora é mãe de uma criança de 9 anos e única responsável pelos cuidados.
A influenciadora está em cela especial sem visitas na penitenciária de Tupi Paulista. Inicialmente, a Presidência do STJ entendeu que o habeas corpus não era cabível porque o pedido de liberdade não foi julgado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A defesa recorreu, e o caso foi enviado para parecer do Ministério Público.

