O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou, por maioria, o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de uma advogada. A profissional está presa preventivamente por suspeita de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
A advogada foi detida em decorrência de investigações da Operação Vérnix, conduzida pela Polícia Civil de São Paulo, que apura a participação em organização criminosa. Desde a prisão, a inscrição da profissional na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) encontra-se suspensa.
A defesa solicitava a transferência da custodiada para uma Sala de Estado-Maior ou para a prisão domiciliar. A desembargadora Renata William Rached Catelli, relatora do caso, explicou que a suspensão da inscrição impede que a advogada usufrua do direito de acesso a essas salas, que são espaços sem grades em unidades das Forças Armadas ou auxiliares.
A profissional permanece detida na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo. A decisão do TJ-SP manteve a situação prisional da advogada, conforme informado pela imprensa.

