Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: STF julga recursos de Big Techs sobre regulação de redes
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Tecnologia

STF julga recursos de Big Techs sobre regulação de redes

Carla Fernandes
Última atualização: 7 de junho de 2026 06:19
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará nesta semana recursos apresentados por grandes empresas de tecnologia, como Google e Meta. A Corte analisará os pedidos contra a decisão que alterou a interpretação do Marco Civil da Internet e ampliou a responsabilidade das redes por conteúdos de usuários.

O julgamento, pautado para o dia 10 de junho, ocorre em um momento de disputa sobre a regulação das plataformas digitais no país. Em junho de 2025, o STF considerou parcialmente inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet. A tese aprovada permite que as empresas sejam responsabilizadas após receberem notificações extrajudiciais sobre conteúdos ilícitos.

As empresas questionam diversos pontos da decisão, incluindo o marco temporal para aplicação da nova tese e os critérios mínimos para notificações. A Meta, por exemplo, defende que a remoção sem ordem judicial deve ocorrer apenas em casos de ilegalidade manifesta, alegando risco de remoção excessiva.

A relevância do julgamento aumentou após a edição de decretos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que fortalecem a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Parlamentares da oposição no Congresso protocolaram projetos para derrubar os decretos, argumentando que o Executivo estaria ampliando competências da ANPD sem autorização legislativa.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:ANPDBig Techsmarco-civil-internetregulação digitalresponsabilidade-plataformasSTF
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Peru disputa segundo turno presidencial com polarização
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?